segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Miolo Under the Sea conquista Prêmio Grandes Cases de Embalagem 2025

 


Embalagem criada pela UNT Design dá forma a um conceito desenvolvido pela Miolo que une inovação, arte e propósito em uma história moldada pelo oceano

 

Símbolo de inovação e sofisticação, o Miolo Cuvée Under the Sea acaba de conquistar o Prêmio Grandes Cases de Embalagem 2025, um dos mais prestigiados reconhecimentos do setor, que valoriza projetos capazes de aliar tecnologia, sustentabilidade, design e experiência de consumo. A embalagem, desenvolvida pela UNT Design a partir de um conceito criado pela Miolo, traduz com precisão a essência deste espumante singular que passou um ano submerso no fundo do mar da França, tornando-se um ícone de luxo e exclusividade.

 

Mais do que proteger, a embalagem do Miolo Under the Sea foi criada para revelar uma história. Inspirada na lente de um farol marítimo, a estrutura permite visualizar a garrafa que resistiu às profundezas do oceano, ao mesmo tempo em que a envolve como um artefato de colecionador. Cada detalhe foi pensado para transmitir o encontro entre terra, mar e homem, essência que guia o conceito deste espumante aspiracional.

 

O projeto alia tecnologia, design e propósito: da escolha dos materiais à experiência de abertura, tudo foi desenvolvido para expressar a singularidade de um vinho moldado pelo tempo e pelo oceano. A peça acompanha ainda um mapa ilustrado, indicando o ponto exato da Ilha de Ouessant, na Bretanha, onde as 504 garrafas da safra 2014 permaneceram imersas por um ano, entre outubro de 2016 e novembro de 2017, a 60 metros de profundidade.

 

O troféu do prêmio, criado pelo designer Karim Rashid, simboliza o caráter inovador da premiação, que desde 2010 se consolida como vitrine das melhores soluções em embalagem do país — reconhecendo ideias que transformam a forma como os produtos se apresentam, são percebidos e vivenciados pelo consumidor.

 

O espumante moldado pelo oceano

A história do Miolo Cuvée Under the Sea começou como um tributo à presença do espumante brasileiro no mundo. Em 2016, ao atingir a marca de 100 mil garrafas exportadas, a Miolo imergiu o lote na França, resgatando uma tradição europeia de envelhecer vinhos sob o mar — técnica inspirada em rótulos encontrados intactos em navios naufragados. O lote foi içado um ano depois e, desde então, repousou na cave subterrânea da Vinícola Miolo, no Vale dos Vinhedos, até completar 10 anos de amadurecimento. Cada garrafa, vendida a R$ 3.500, é acompanhada por um certificado de origem e pela embalagem icônica assinada pela UNT Design.

 

Fotos: Divulgação Miolo






 


quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Vinhos Verdes reforçam presença e compromisso com o mercado brasileiro

O Brasil é um dos principais mercados de exportação de vinhos verdes do mundo, enfatizando a estratégia da comissão portuguesa de estar presente e ativamente no país -




A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) segue fortalecendo sua relação com o Brasil, um dos seus principais mercados internacionais, destacando a crescente afinidade entre os vinhos portugueses da região e o consumidor brasileiro. Nos últimos meses, a CVRVV intensificou sua presença no país com uma série de ações estratégicas, consolidando-se como uma referência entre os apreciadores e profissionais do setor.

Entre os destaques recentes, está a bem-sucedida participação na ProWine São Paulo 2025, além da realização de masterclasses, degustações e encontros nas cidades do Rio de Janeiro e Florianópolis.

As ações contaram com a presença de cerca de 20 vinícolas da região, apresentações guiadas por especialistas renomados como Alexandre Lalas, Tita Morais, Eduardo Araújo e Cris Santanna, e reuniram tanto profissionais do setor quanto o público consumidor final.




A agenda de atividades da CVRVV com foco no Brasil continua em novembro, com dois importantes eventos que aproximam ainda mais os dois países:

De 9 a 13 de novembro, um grupo de sommeliers e chefs de cozinha brasileiros será recebido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, em Portugal, para uma série de experiências enogastronômicas. A visita contempla degustações, encontros com produtores, imersão nos terroirs e vivências que aprofundam o conhecimento e a valorização dos Vinhos Verdes entre os profissionais da gastronomia e hospitalidade no Brasil.

Em 19 de novembro, a cidade de Brasília será palco de uma masterclass e coquetel exclusivo na Embaixada de Portugal, com vinhos premiados e de alto prestígio da região. A sessão será conduzida pelos especialistas Alexandre Lalas e Eugénio Oliveira, e reunirá um público selecionado de jornalistas e profissionais do setor, em um ambiente que valoriza a diplomacia cultural e os laços históricos entre Portugal e Brasil.

A Região dos Vinhos Verdes continua a se destacar como um polo de excelência vitivinícola, oferecendo vinhos para todos os perfis de consumidores – de brancos jovens e aromáticos a tintos estruturados e expressivos. Ao mesmo tempo, a região convida à descoberta do seu vasto patrimônio histórico, natural e cultural por meio da sua Rota dos Vinhos, um roteiro de enoturismo repleto de paisagens deslumbrantes, gastronomia autêntica e hospitalidade portuguesa.

Com um olhar estratégico e afetivo sobre o Brasil, a CVRVV reafirma seu propósito de construir pontes duradouras com o mercado brasileiro, promovendo experiências que unem tradição, inovação e sabor.




Sobre a CVRVV

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes é uma associação regional de caráter interprofissional e coletivo de direito privado. Sua missão é assegurar a gestão estratégica e a proteção jurídica da Denominação de Origem (DO) “Vinho Verde” e da Indicação Geográfica (IG) “Minho”, além de garantir o controle oficial associado à certificação dessas denominações, representando tanto os interesses da produção quanto do comércio.

Siga em @vinhosverdesbrasil

Informações para imprensa:

Cristina Bielecki @crisbielecki

Contato: (11) 99111-8970

crisbielecki@uol.com.br

Espumante brasileiro chega à Argentina



Miolo transforma o Moscatel do Vale do São Francisco em símbolo da expansão do vinho brasileiro no continente, com projeto inédito que inaugura novo capítulo na vitivinicultura latino-americana

 

Pela primeira vez na história, a Miolo Wine Group exporta espumante moscatel para a Argentina — um mercado tradicionalmente fechado neste segmento. E os hermanos já caíram no gosto tropical: mais de 50 mil garrafas já cruzaram a fronteira. A Miolo Wine Group leva para o país vizinho o Punto Final Moscatel, elaborado com uvas cultivadas na Vinícola Terranova, no Vale do São Francisco (BA), inaugurando uma nova rota para o vinho brasileiro na América Latina. O movimento reforça o protagonismo da Miolo em um momento de ascensão da bebida em terras brasileiras: o Brasil ocupa hoje a 9ª posição entre os maiores produtores mundiais e a 8ª entre os maiores consumidores de espumantes, segundo dados de 2024, da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Com o frescor, a leveza e a alegria que definem o estilo brasileiro, o espumante moscatel conquista o paladar argentino e marca uma nova era na vitivinicultura latino-americana.

 

O Punto Final Moscatel chega à Argentina pelas mãos da Bodega Renacer - quinto terroir da Miolo Wine Group - responsável pela importação e distribuição do rótulo no país. O interesse dos argentinos pelo produto é reflexo de um mercado em transformação. Segundo o Fondo Vitivinícola Argentino, o país comercializou mais de 37 milhões de garrafas em 2024, volume 25% inferior ao ano anterior, mas com avanço expressivo na categoria doce, que já representa 27% do total consumido. Atenta a esse movimento e com olhar perspicaz para novas oportunidades, a Miolo enxergou o momento ideal para apresentar ao público argentino o estilo que o Brasil domina com maestria: leve, aromático e democrático, perfeito para acompanhar o clima e o espírito de celebração dos hermanos.

 

Até pouco tempo, a importação de espumantes era praticamente inexistente na Argentina, restrita a rótulos de champagne. A chegada do produto brasileiro rompe esse padrão, apresentando ao consumidor argentino uma proposta acessível, moderna e de alta qualidade, com excelente relação custo-benefício. Distribuído inicialmente pelas redes Umami (Província de Buenos Aires, Capital Federal e Patagônia) e Redigram (Rosário, Província de Santa Fé e Entre Ríos), o Punto Final Moscatel amplia de cara sua presença, chegando a canais como o Grand Bar (Mendoza, San Juan e San Luis), Vitis (Córdoba) e Majer (Misiones e Corrientes). A resposta é imediata e positiva: já foram exportadas 50 mil garrafas, em diferentes remessas, e novos envios estão previstos diante da forte aceitação do público argentino. O lançamento oficial aconteceu no dia 22 de outubro na Embaixada do Brasil em Buenos Aires, reunindo o trade argentino.

 

“O Brasil é hoje referência na produção de espumantes, e a Miolo tem papel central nessa conquista. O Punto Final Moscatel simboliza a força e a autenticidade do espumante brasileiro, levando nossa essência a novos mercados e aproximando ainda mais o Brasil da América Latina. Esse é mais um passo importante na consolidação da nossa presença internacional, fruto de uma trajetória construída com trabalho, qualidade e visão de futuro”, destaca Adriano Miolo, Diretor Superintendente da Miolo Wine Group. A iniciativa integra a estratégia de internacionalização da Miolo, que hoje exporta para mais de 30 países. Em junho, a vinícola protagonizou a maior exportação de espumante brasileiro já feita para a Suécia: 200 mil garrafas de espumante elaborado com uvas Chenin Blanc cultivadas no sertão brasileiro. Batizado pelos suecos com o nome Cuvée N°7, o rótulo ganhou distribuição nacional e já está disponível nas 448 lojas do Systembolaget.




 

Espumante com sabor e alma brasileira

O Brasil tem grande vocação para o Moscatel. Poucos países no mundo reúne condições tão favoráveis — solo, clima e técnica — para elaborar espumantes com tamanha intensidade aromática, frescor e equilíbrio natural. Essa característica se manifesta de forma exemplar no Vale do São Francisco, onde o calor do sertão baiano e a luminosidade intensa criam um terroir singular, capaz de produzir uvas com grande concentração de aromas e acidez vibrante, perfeitas para o estilo Moscatel.

 

Mundo dos espumantes Miolo

Com rótulos elaborados em quatro terroirs brasileiros — Vale dos Vinhedos (Bento Gonçalves/RS), Campanha Meridional (Candiota/RS), Campanha Central (Santana do Livramento/RS) e Vale do São Francisco (Casa Nova/BA) — a Miolo expressa toda a diversidade do país em borbulhas. De norte a sul, o grupo produz cerca de 2,5 milhões de garrafas por ano, o equivalente a 25% da sua produção total, somando 17 rótulos sob as marcas Miolo, Terranova, Seival e Almadén. Do frescor tropical ao refinamento das caves subterrâneas, o portfólio reflete a pluralidade de estilos, origens e preços que fazem do espumante brasileiro um símbolo de qualidade, autenticidade e celebração.

 

Espumantes no mundo

O Brasil vem despontando no cenário mundial de espumantes, avançando de forma consistente nos últimos anos. Em agosto de 2025, durante visita ao país, o diretor da OIV, John Barker, confirmou a 9ª posição do Brasil no ranking global de produção. De acordo com o relatório da OIV, os maiores produtores mundiais são Itália (27%), França (22%), Alemanha (14%), Espanha (11%) e Estados Unidos (6%), enquanto o Brasil aparece como um player emergente, ganhando cada vez mais espaço e reconhecimento pela qualidade e diversidade de estilos.

 

MIOLO WINE GROUP HOJE

Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves/RS - Brasil) – 100 hectares de vinhedos

Vinícola Seival (Campanha Meridional – Candiota/RS - Brasil) – 200 hectares de vinhedos

Vinícola Terranova (Vale do São Francisco – Casa Nova/BA - Brasil) – 200 hectares de vinhedos

Vinícola Almadén (Campanha Central - Santana do Livramento/RS - Brasil) – 450 hectares de vinhedos

Bodega Renacer (Mendoza – Uruguai) – 30 hectares

 

Imagens: Miolo Wine Group

 



 

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Avaliação Nacional de Vinhos faz história e mostra a força do vinho brasileiro em novas regiões produtoras!



Três das 16 amostras mais representativas são de vinícolas fora do Rio Grande do Sul, na maior edição na história do evento marcada pela diversidade de terroirs

 

A 33ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2025 reafirmou o caráter plural, diverso e em constante evolução do setor vitivinícola brasileiro. O evento, que reflete o avanço técnico e a consolidação de novas fronteiras produtivas, mostrou que o vinho do Brasil conquista cada vez mais representatividade em diferentes regiões do país. Pela primeira vez na história, três das 16 amostras mais representativas da safra são de vinícolas fora do Rio Grande do Sul, berço da vitivinicultura nacional. A presença de rótulos de São Paulo e do Distrito Federal, somada à de vinhos da Serra Gaúcha, Campanha Gaúcha e Campos de Cima da Serra –, confirma o amadurecimento e a força do vinho brasileiro em novas e tradicionais áreas produtoras, resultado de investimento técnico, conhecimento e da riqueza de terroirs espalhados pelo território nacional.

 

A diversidade também se expressa nas castas: 15 variedades de uva estão entre as 16 amostras selecionadas, evidenciando a amplitude de estilos, a versatilidade dos terroirs e o potencial enológico do Brasil. As notas medianas obtidas na Degustação de Seleção, conduzida por 90 enólogos que avaliaram as amostras às cegas seguindo normas internacionais, variaram entre 90 e 95 pontos, demonstrando o alto nível de qualidade da Safra 2025.

 

“A Avaliação Nacional de Vinhos é a degustação do futuro porque permite ao público antecipar, com base técnica e transparência, o que o Brasil terá no mercado nos próximos meses. Este ano, o que vimos foi um retrato fiel da evolução do setor, com qualidade elevada, novas regiões se afirmando e uma pluralidade de estilos que traduzem a força e a diferenciação do vinho brasileiro. É um momento de celebração e aprendizado, que reafirma a missão da ABE de promover conhecimento e valorizar o trabalho de quem faz o vinho no país”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo Mário Lucas Ieggli.

 

Mais do que uma degustação, a Avaliação Nacional de Vinhos é um marco técnico e cultural do setor, consolidando-se como o maior e mais importante encontro do vinho brasileiro. É o momento em que produtores, enólogos, sommeliers, jornalistas e apreciadores de todas as regiões se reúnem para brindar a representatividade de uma safra e compreender os caminhos da vitivinicultura nacional.

 

Nesta edição, cerca de 800 apreciadores acompanharam a apresentação das 16 amostras mais representativas da Safra 2025, degustadas simultaneamente no Pavilhão E do Parque de Eventos de Bento Gonçalves (RS). O público foi conduzido por um painel de comentaristas do Brasil, da África do Sul, do Chile, da Espanha, da Itália, do México, Portugal e do Uruguai, formado por profissionais de diferentes áreas, refletindo a proposta da ABE de conectar o vinho brasileiro a públicos diversos.

 

Troféu Vitis 2025

Tradicionalmente, a ABE presta homenagem a personalidades que se destacam na valorização e promoção do vinho brasileiro. Nesta edição, o Troféu Vitis 2025 Amigo do Vinho Brasileiro foi concedido ao deputado estadual Guilherme Pasin, em reconhecimento ao seu compromisso com o fortalecimento do setor, à defesa de políticas públicas voltadas à vitivinicultura e à criação de iniciativas que ampliam o alcance e a visibilidade do vinho nacional. Já o Troféu Vitis 2025 Enológico foi entregue ao enólogo e ex-presidente da ABE Ademir Brandelli, cuja trajetória une técnica, pioneirismo e legado. Fundador da Vinícola Don Laurindo, Brandelli é símbolo de integridade e de dedicação à vitivinicultura, tendo contribuído de forma decisiva para o desenvolvimento do Vale dos Vinhedos e para a consolidação da identidade do vinho brasileiro no país e no mundo.




 

AS 16 AMOSTRAS REPRESENTATIVAS E SEUS COMENTARISTAS

 

VINHO BASE ESPUMANTE

1. Pinot Noir – Vinícola Geisse (Pinto Bandeira/RS)

Mediana de Seleção – 93

Comentarista: enólogo André Donatti (Brasil)

Nota da comentarista – 95

 

2. Pinot Noir – Casa Valduga (Bento Gonçalves/RS)

Mediana de Seleção – 92

Comentarista: Guilherme Pasin (Brasil)

Nota da comentarista – 95

 

VINHO BRANCO NÃO AROMÁTICO

3. Riesling Itálico – Vinícola Gaio (Flores da Cunha/RS)

Mediana de Seleção – 90

Comentarista: Jesús Enrique de Las Heras Roger (Espanha)

Nota da comentarista – 95

 

4. Chardonnay – Vinícola Gazzaro (Flores da Cunha/RS)

Mediana de Seleção – 92

Comentarista: José Arruda (Portugal)

Nota da comentarista – 94

 

VINHO BRANCO AROMÁTICO

5. Sauvignon Blanc – Vinícola Philosophia (São Roque/SP)

Mediana de Seleção – 92

Comentarista: Adriaan Oelofse (África do Sul)

Nota da comentarista – 94

 

6. Moscato Giallo – Vinícola Grutinha (Caxias do Sul/RS)

Mediana de Seleção – 90

Comentarista: Luigi Piva (Itália)

Nota da comentarista – 95

 

VINHO ROSÉ

7. Cabernet Fran – Vinhos Casacorba (Nova Roma do Sul/RS)

Mediana de Seleção – 91

Comentarista: enólogo Giovani Giotto (Brasil)

Nota da comentarista – 95

 

VINHO TINTO JOVEM

8. Pinot Noir – Cooperativa Vinícola Aurora (Bento Gonçalves/RS)

Mediana de Seleção – 91

Comentarista: Heloísa Bertoli (Brasil)

Nota da comentarista – 92

 

9. Rebo – Vinícola Campestre (Vacaria/RS)

Mediana de Seleção – 90

Comentarista: Vittorino Novello (Itália)

Nota da comentarista – 92

 

VINHO TINTO

10. Marselan - Villa Triacca Hotel Vinícola & Spa (Brasília/DF)

Mediana de Seleção - 94

Comentarista: Elói Zorzetto (Brasil)

Nota da comentarista – 94

 

11. Cabernet Sauvignon – NOVA Vinhos e Espumantes (Flores da Cunha/RS)

Mediana de Seleção – 93

Comentarista: Quintin Testa (México)

Nota da comentarista – 92

 

12. Cabernet Franc – Vinícola Don Guerino (Alto Feliz/RS)

Mediana de Seleção – 93

Comentarista: Julio Carlos Ziegelmann (Brasil)

Nota da comentarista – 94

 

13. Merlot – Vinícola Cerro de Pedra (Candiota/RS)

Mediana de Seleção – 93

Comentarista: Juan Alba (Brasil)

Nota da comentarista – 93

 

14. Tannat – Vinícola Monte Reale (Flores da Cunha/RS)

Mediana de Seleção – 93

Comentarista: Gabriela Zimmer (Uruguai)

Nota da comentarista – 93

 

15. Cabernet Franc/Syrah/Marselan – Vinícola Ercoara (Brasília/DF)

Mediana de Seleção – 94

Comentarista: Felipe de Solminihac (Chile)

Nota da comentarista – 94

 

16. Touriga Nacional/Tannat/Petit Verdot/Tempranillo/Merlot/Cabernet Sauvignon – Vinícola Miolo (Bento Gonçalves/RS)

Mediana de Seleção – 95

Comentarista: Stêvão Limana (Brasil)

Nota da comentarista – 94

 

A AVALIAÇÃO EM DADOS E NÚMEROS

  • O que? 33ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2025
  • Quando? 25 de outubro de 2025
  • Onde? Pavilhão E do Parque de Eventos de Bento Gonçalves
  • Público dia 25 de outubro – 800 apreciadores do Brasil (AM, BA, DF, ES. GO, MG, PE, PR, RJ, RS, SC e SP), Chile, Itália, Portugal e Uruguai
  • NÚMERO DE AMOSTRAS – 533

Base Espumante – 81 – 15,2%

Branco não aromático – 73 – 13,7%

Branco aromático – 55 – 10,3%

Rosé – 39 – 7,3%

Tinto jovem – 30 – 5,7%

Tinto – 255 – 47,8%

  • Vinícolas – 76
  • Estados das vinícolas - Bahia 09, Distrito Federal 23, Espírito Santo 02, Goiás 01, Minas Gerais 22, Rio de Janeiro 05, Rio Grande do Sul 446, Santa Catarina 06 e São Paulo 19
  • Degustação de Seleção – 90 enólogos
  • Serviço do Vinho – Mais de 100 alunos do Curso de Viticultura e Enologia do IFRS- BG, IFSC – Urupema; UNIPAMPA – Dom Pedrito; IFSUL - Campus Visconde da Graça; UCS – Caxias do Sul.
  • Volume de vinhos degustado – 1.280 garrafas – 960 litros (80 garrafas por amostra)
  • Troféu Vitis 2025 - Amigo do Vinho Brasileiro – Guilherme Pasin
  • Troféu Vitis 2025 Enológico – Ademir Brandelli
  • Comentaristas: 16

Brasil

  1. André Donatti - Enólogo
  2. Elói Zorzetto - Jornalista
  3. Guilherme Pasin - Deputado estadual
  4. Heloísa Bertoli - Executiva de negócios
  5. Juan Alba - Ator e entusiasta do vinho
  6. Julio Carlos Ziegelmann - Executivo de investimentos
  7. Stêvão Limana - Jornalista e sommelier
  8. Giovani Giotto - Enólogo

 

África do Sul

  1. Adriaan Oelofse - Doutor em Biotecnologia do Vinho

 

Chile

  1. Felipe de Solminihac - Engenheiro agrônomo e enólogo

 

Espanha

  1. Jesús Enrique de Las Heras Roger - Engenheiro químico

 

Itália

  1. Luigi Piv - Engenheiro mecânico
  2. Vittorino Novello - Pós-doutor em Viticultura e Enologia

 

México

  1. Quintin Testa - Mestre em Qualidade e Produtividade

 

Portugal

  1. José Arruda – Presidente da Associação Mundial de Enoturismo (Ametur)


Uruguai

  1. Gabriela Zimmer - Sommelière e educadora


FOTOS: JEFERSON SOLDI

https://drive.google.com/drive/folders/17V3vORHW4GGatQVLAnueOZvR8aGg5A5H - fotos disponíveis por 30 dias

 

Informações para a imprensa:

Jornalista Lucinara Masiero – MTB 16.950

lucinara@conceitocom.com.br

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segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Maior exportação de espumante brasileiro já feita para a Suécia é da Miolo

Espumante do Vale do São Francisco batizado pelos suecos com o nome de Cuvée N°7 ganha distribuição nacional e já está disponível nas 448 lojas do Systembolaget -




 

A Miolo Wine Group acaba de escrever um capítulo histórico para o vinho brasileiro ao realizar a maior exportação de espumante já feita pelo Brasil para a Suécia. O lote de 200 mil garrafas – 17 mil caixas de 12 unidades – do espumante brut Cuvée N°7, elaborado com uvas Chenin Blanc cultivadas na Vinícola Terranova, em Casa Nova (BA), no Vale do São Francisco, saiu do Porto de Salvador em junho e já está disponível para os consumidores em todo o território sueco. Com distribuição nacional, o rótulo pode ser encontrado nas 448 lojas do Systembolaget, rede estatal que controla a comercialização de bebidas alcoólicas no país.

 

Com vendas em ritmo acelerado, já há expectativa de que novos lotes atravessem o Atlântico em menos de um ano. Para celebrar o feito, o Export Manager da Miolo Wine Group, Lucio Motta, estará em Estocolmo no dia 21 de setembro para o lançamento oficial. Segundo ele, a conquista é fruto de um trabalho de longo prazo: “Esse marco é resultado de meses de dedicação, de relações construídas e de investimentos consistentes em feiras internacionais. Todo o time está muito feliz em representar o vinho brasileiro na Suécia, um mercado altamente exigente, e comprovar que o Brasil tem espumantes de qualidade para conquistar o mundo”, destaca.

 

O espumante da Miolo foi o único escolhido em uma degustação às cegas entre diversos rótulos brasileiros, dentro de um processo de licitação internacional. O nome Cuvée N°7 foi definido pelo próprio importador, que associou o número ao simbolismo universal da sorte, além de ter participado ativamente da criação do rótulo junto com a Miolo.

 



Segundo os organizadores da licitação, a decisão pela Miolo considerou não apenas a qualidade sensorial do espumante — com equilíbrio de açúcar, acidez e álcool —, mas também critérios de sustentabilidade e competitividade, como o peso da garrafa, adequado aos padrões ecológicos estabelecidos pela Suécia, além do preço.

 

Com presença consolidada em mais de 30 países, a Miolo reafirma sua posição como a maior exportadora de vinhos finos do Brasil. A empresa possui cinco unidades em terroirs distintos: quatro no Brasil — Vale dos Vinhedos (RS), Campanha Meridional (RS), Campanha Central (RS) e Vale do São Francisco (BA) — e a Bodega Renacer, em Mendoza (Argentina). Seu portfólio soma mais de 150 rótulos.

 

Informações para a imprensa:

Jornalista Lucinara Masiero – MTB 16.950

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Região Demarcada dos VINHOS VERDES intensifica conexões com o Brasil



A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) retorna ao Brasil com uma nova programação de eventos já em outubro. Degustações livres e comentadas serão promovidas no dia 6 (segunda-feira), no Palácio de São Clemente, com o apoio do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro e da Câmara Portuguesa do Comércio e da Indústria Rio de Janeiro. E na cidade de Florianópolis (SC), no dia 8 (quarta-feira), no LK Design Hotel.

A programação contará com a participação de cerca de 20 vinícolas portuguesas e foi pensada para dois públicos distintos: o período da tarde (14h30 às 17h30) será dedicado a profissionais do setor e mídia, enquanto o início da noite (17h30 às 19h30) será aberto aos consumidores.

Além da degustação livre, haverá apresentações guiadas por especialistas brasileiros, nomeadamente Alexandre Lalas (editor Revista Gula) e Tita Morais (sommelier) no Rio e Eduardo Araújo (sommelier) e Cris Santanna (criadora de conteúdos especializada) em Florianópolis.

O objetivo é aproximar ainda mais o consumidor brasileiro da Região dos Vinhos Verdes, localizada em Porttugal, entre o Douro e o Minho, em uma paisagem marcada por montanhas, rios, o verde exuberante da natureza e o azul do Atlântico, dando a conhecer os seus terroirs únicos que dão origem a vinhos únicos, reconhecidos pelo frescor, leveza e versatilidade.




Tradição, inovação e proximidade com o mercado brasileiro

A CVRVV vem intensificando sua presença no Brasil por meio de degustações, feiras e mastarclasses, apresentando ao público uma seleção primorosa de produtores, que unem história e tradição a investimentos constantes em tecnologia, resultando em vinhos de qualidade excepcional, que refletem tanto a riqueza desse terroir quanto a modernidade da vitivinicultura portuguesa.

Nos encontros no próximo mês de outubro, os participantes terão a oportunidade de conhecer rótulos de diversos perfis — dos monovarietais, como Alvarinho, Loureiro e Avesso, a vinhos de vinhas velhas, com passagem em carvalho, de safras mais antigas, além de tintos expressivos como Vinhão, Alvarelhão e Borraçal.

A região promete assim diversidade, propondo vinhos para todos os estilos e ocasiões. Evoca ainda a sua capacidade de evolução, de harmonização e uma oferta excepcional de enoturismo – a Rota dos Vinhos Verdes é um convite a mergulhar na história de Portugal, visitar vinícolas, trilhar paisagens deslumbrantes e apreciar a culinária regional em meio a um patrimônio cultural e natural de rara beleza.

 

Vinhos que combinam com o Brasil

O Brasil ocupa hoje a quinta posição entre os maiores mercados consumidores de Vinhos Verdes, reflexo de uma afinidade natural entre o estilo desses rótulos e a cultura local. Sua acidez vibrante e frescor fazem deles a escolha ideal para o clima tropical e para harmonizar com a diversidade da gastronomia brasileira: da feijoada ao peixe fresco, dos pratos mais leves às receitas mais condimentadas. São vinhos democráticos, que agradam a todos os gostos e acompanham diferentes ocasiões de consumo.


Programação das atividades da Região Demarcada dos Vinhos Verdes no Brasil

Grande Degustação no Rio de Janeiro
06 de outubro

14h30 - 17h30 para trade e press

17h30 - 19h30 para consumidor
Palácio de São Clemente

Grande Degustação em Florianópolis

08 de outubro

14h30-17h30 para trade e press

17h30-19h30 para consumidor
LK Design Hotel 

Entrada franca, sujeita a inscrição prévia online, sujeita a validação e lotação:
https://bit.ly/VinhosVerdes2025


 

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Vinícola Basso, de Farroupilha, RS, traz novos rótulos na Prowine 2025



Participação na ProWine 2025 e a inclusão de novas marcas, como a argentina Finca Rivadávia e a portuguesa Porta da Ravessa, da Adega de Redondo, com vinhos DOC Alentejo, fazem parte das comemorações

 

A Vinícola Basso comemora 85 anos de história e para celebrar essa trajetória e intensificar sua presença no mercado estará na ProWine em São Paulo apresentando vinhos de países que são referência na produção vinícola, como Finca Rivadavia, da região de Mendoza, Argentina, Toro de Piedra, do Chile, e o grande lançamento na ProWine 2025: a entrada no portfólio da Porta da Ravessa, DOC Alentejo da Adega de Redondo, Portugal. “Somos produtora, importadora e distribuidora, presente em todo o território brasileiro. Possuímos uma curadoria criteriosa de vinhos e espumantes, selecionando rótulos reconhecidos internacionalmente”, segundo a coordenadora de marketing Fernanda Lima.

 

A trajetória da vinícola traz uma herança de história e pioneirismo na criação e desenvolvimento de vinhos e espumantes. Teve início com Vitório Basso, que trouxe para o Brasil no final do século XIX as primeiras mudas de videira da Itália, e posteriormente foi fundada em 1940 por Hermindo Basso em Farroupilha, na Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul, cidade que marca o início da colonização italiana no Brasil. A Basso possui o IP Farroupilha – Capital Nacional do Moscatel, o terceiro maior produtor vitivinícola do país, maior produtor nacional de uva moscatel, e segunda posição no estado na produção de uvas vitis vinífera.

 

Atualmente, a Basso conta com mais de 170 rótulos de diferentes países. No Brasil, possui uma área construída de 10 mil metros quadrados com vinhedos próprios para a produção de vinhos especiais e o produto do trabalho agrícola de mais de 200 famílias que somam cerca de 800 hectares de uvas plantadas e 13 milhões de quilos de uvas processadas. Para os vinhos tintos Reserva e Gran Reserva, são selecionadas uvas da Campanha Gaúcha. “O nosso cuidado com a qualidade dos produtos marcam uma trajetória de aprimoramento, reconhecida com mais de 300 premiações nacionais e internacionais pela excelência de nossos vinhos e espumantes”, diz a coordenadora de marketing.

 

MARCAS

 

Finca Rivadavia | Argentina - A Vinícola Basso traz ao Brasil uma viagem rica em cultura e sabor por terroirs únicos de Mendoza com a inclusão da marca argentina Finca Rivadávia, com vinhos Varietais, Reserva e Gran Reserva. São vinhos com garantia de procedência e qualidade, produzidos com uvas provenientes de vinhedos próprios da Bodega Eugênio Ferreyra, localizada em Rivadavia - província de Mendoza - Argentina.



Porta da Ravessa | Portugal - Desde 1990 a Porta da Ravessa, da Adega de Redondo, é referência quando se fala em vinhos DOC Alentejo, que estreia com os rótulos Special Edition, Reserva e Grande Escolha. Nova parceria da Vinícola em terras brasileiras, é o grande lançamento da ProWine 2025.

 

Toro de Piedra | Chile - A marca chilena Toro de Piedra traz vinhos de caráter singular e uma qualidade de excelência. O toque pessoal e familiar da Viña Requingua, uma vinícola familiar localizada na região de Sagrada Família, no Valle de Curicó, produz vinhos de alta qualidade nos terroirs mais destacados do Chile, marca com o Gran Reserva mais vendido no Chile e está entre os cinco mais vendidos no Brasil. Uma marca Survalles Wine Group.

 

Alma de Lisboa | Portugal - Entrou para o portfólio em 2023, reforçando a distribuição ao mercado brasileiro e as parcerias internacionais da Vinícola Basso. Uma marca Adega São Mamede da Ventosa.

 

Santa Alba | Chile - Marca Survalles Wine Group de vinhos chilenos, importados com exclusividade pela Vinícola Basso.

 

Mayos - É uma marca multi origem com rótulos tanto produzidos pela Vinícola Basso como outros selecionados pelo mundo, com conceito de exclusividade para o canal especializado. O Mayos Nature ganhou 92 pontos no guia Descorchados 2025.

 

Monte Paschoal | Brasil | Premium Wines - É a marca mais premiada da Vinícola Basso, produzida em Farroupilha, com terroirs selecionados que vão da Serra até a Campanha Gaúcha. O Monte Paschoal Moscatel Rosé ganhou 92 pontos no guia Descorchados, sendo eleito por quatro anos o melhor moscatel da América Latina.

 

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